LIFTECH apoia campanha que transforma “tormentas” em consciência social
A LIFTECH associa-se à mais recente campanha da Associação Salvador, que desafia a sociedade a olhar para as dificuldades diárias de pessoas com mobilidade reduzida sob uma nova perspetiva.
Inspirada na obra Os Lusíadas, a campanha traz para o quotidiano o conceito de “tormentas” — não as do mar, mas as que se encontram nas ruas, nos passeios e nos edifícios.
Obstáculos do dia a dia que continuam a limitar a autonomia
Subir escadas, atravessar a rua ou simplesmente circular no passeio são ações aparentemente simples, mas que, para muitas pessoas, representam verdadeiros desafios.
Escadas sem alternativa, passeios intransitáveis, desníveis inesperados ou barreiras arquitetónicas continuam a comprometer a autonomia de quem se desloca em cadeira de rodas, utiliza muletas ou tem mobilidade condicionada.
Estas “tormentas” urbanas são uma realidade diária — muitas vezes invisível para quem não a vive — mas com impacto direto na qualidade de vida e na inclusão.
A acessibilidade como compromisso coletivo
A falta de acessibilidade não é uma questão individual, mas sim um desafio coletivo que exige maior consciência, planeamento e ação.
Enquanto empresa comprometida com soluções de mobilidade e acessibilidade, a LIFTECH reconhece a importância de apoiar iniciativas que promovam uma sociedade mais inclusiva, onde o espaço construído responde às necessidades de todos.
Como ajudar: consignar 1% do IRS
No âmbito desta campanha, a Associação Salvador convida todos os contribuintes a contribuir de forma simples e sem qualquer custo adicional.
Ao preencher a declaração de IRS, é possível consignar 1% do imposto à Associação Salvador, ajudando a financiar projetos que promovem a autonomia, a inclusão e a melhoria das condições de vida de pessoas com deficiência motora.
NIF: 506 723 364
Um pequeno gesto com impacto real
A consignação do IRS é um gesto simples, mas com impacto significativo.
Ao participar, cada contribuinte contribui para derrubar barreiras — físicas e sociais — e para transformar “tormentas” em caminhos mais acessíveis para todos.



